segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Beija-Flor: Escola canta forte o "Juremê" e fecha em grande estilo a primeira noite



A Beija Flor foi a última escola a entrar na Sapucaí, já com o dia clareando nessa segunda-feira de Carnaval. Trazendo inovação, "abolindo" as alas e as tornando tribos, em referência ao enredo "Iracema, a Virgem dos Lábios de Mel", quebrou uma máxima de que a festa deve ser "quadradona", como já fez em antigos carnavais. 

Primeira alegoria da Beija Flor, representando a figura de Tupã (Foto: Vitor Melo)
Com um conjunto alegórico forte, o quesito encheu os olhos durante os seis carros que passaram. A ideia ousada de abolir alas, teve seus prós e contras, se o efeito inicial foi colorido, a repetição foi cansando ao longo da avenida, prejudicando o entendimento do enredo que pode ser entendido apenas nos elementos alegóricos. Os atos ficaram muito bem definidos e a comissão de frente, redondinha, apresentou o romance de José de Alencar para o público.

IraSelma e Claudinho se apresentando no último módulo (Foto: Leo Antan)
Selminha Sorriso, representando Iracema com uma fantasia belíssima, e seu parceiro Claudinho foram corretos durante a apresentação nos quatro módulos. Harmonicamente a escola também deu um baile cantando e sambando durante todo o desfile ininterruptamente, juntamente com a bateria e o carro de som, funcionando integralmente. Apesar disso, houveram problemas de evolução. O primeiro deles ocorreu quando a primeira alegoria travou na torre, fazendo a escola ficar parado alguns minutos. Logo depois, dois claros foram no último módulo de jurados formados no quinto e sexto carros.

Alguns erros de evolução também marcaram o desfile da Beija (Foto: Leo Antan)
Apesar dos erros no final, a Beija Flor fez uma grande apresentação que deve dar trabalhos aos jurados, seja qual for o resultado deve ser polêmico. 
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