sábado, 25 de fevereiro de 2017

Curicica confirma expectativas e faz confusa apresentação

com Vitor Melo, Leo Antan e Guilherme Peixoto
A precariedade das alegorias da Curicica acabou chamando atenção. (Foto: Leo Antan)


              A grande “colcha de retalhos” da União do Parque Curicica, que falava das memórias vividas nos anos 70, 80 e 90 proporcionou uma apresentação confusa e sem “personalidade”.  A falta de recursos foi visível, e é bastante difícil não visualizar a Curicica fora da briga contra a degola.
Em termos plásticos, a escola deixou muito a desejar, com alegorias excessivamente poluídas e que abusaram dos adesivos. Algumas, como a última, tinha sérios problemas de acabamento. As soluções pouco criativas presentes nas fantasias prejudicaram bastante a escola, tornando o visual cansativo e “mais do mesmo”.

Último carro, que representava os antigos carnavais, acabou tendo problemas no acabamento. (Foto: Leo Antan)


          O bom carro de som, liderado pelo veterano Ronaldo Yllê bem que tentou levantar o mais fraco samba da segunda divisão, mas as arquibancadas acabaram não se empolgando com a letra confusa. Apesar disso, a excelente bateria Audaciosa do Mestre Léo fez jus ao seu apelido, e teve bom desempenho, valendo-se de convenções rítmicas interessantes. Diante do cenário acima citado, a Curicica, que não estourou o tempo por questão de segundos, acabou se complicando bastante na luta contra o rebaixamento.


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