sábado, 25 de fevereiro de 2017

Erros atrapalham, e Império da Tijuca faz desfile conturbado

com Vitor Melo, Leo Antan e João Paulo Belmok

Escola presidida por Antônio Marcos Teles, o Tê, foi a quarta agremiação do primeiro dia da Série A. (Foto: Vitor Melo)
Com direito a sanfona no carro de som, o Império da Tijuca levou para a Marques de Sapucaí um enredo sobre São João Batista, assinado por Júnior Pernambucano, que está em seu quinto ano na escola.
Com um conjunto alegórico inconstante, o Imperinho viveu de contrastes: de um começo aceitável, com a tradicional coroa no carro número um, a agremiação desfilou com o último carro apagado, algo que fatalmente será levado em consideração pelo júri. O segundo carro tinha problemas de concepção, marcando um conjunto alegórico irregular. 

Detalhe do buraco formado entre o casal de mestre-sala e porta bandeira e uma ala. (Foto: Vitor Melo)

             O mesmo vale para a evolução, prejudicada por alguns buracos relativamente grandes. Apesar de burocrático, o samba passou dentro das expectativas que lhe foram depositadas, muito por conta da boa atuação da dupla Daniel Silva e Rogerinho.
A escola terminou a sua apresentação com 56 minutos, um acima do tempo máximo, o que lhe custará um décimo de penalização. No fim das contas, a alviverde do Morro da Formiga deve terminar a apuração na zona intermediária de classificação.

Último carro do Imperinho, que passou apagado e acabou andando em ritmo lento no final, comprometendo a evolução. (Foto: Leo Antan)



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