sábado, 25 de fevereiro de 2017

Estácio se complica e vê o título se distanciar

com Vitor Melo, Leo Antan e João Paulo Belmok

A parte plástica da Estácio esteve sob responsabilidade dos carnavalescos Chico Spinoza e Tarcísio Zanon. (Foto: João Paulo Belmok

           Penúltima escola a desfilar neste primeiro dia da Série A, a Estácio de Sá teve o cantor Gonzaguinha como enredo. Capitaneado pelo presidente Leziário Nascimento, o Leão entrou na pista como um dos favoritos ao acesso.


No entanto, alguns erros e imprevistos podem acabar dificultando tal missão. A evolução teve momentos complicados, e alguns buracos acabaram nascendo. A setorização confusa do enredo foi outro fator que atrapalhou a escola do São Carlos, que passou com um grande contingente e alas repetitivas em sua abordagem temática. O conjunto alegórico esteve em bom nível, e o ponto negativo ficou por conta do primeiro carro, que reaproveitava um letreiro em led com o nome da Escola usado no ano passado. Porém, se em 2016 o letreiro não causou problemas, neste ano o mesmo passou boa parte da avenida apagado. As fantasias, por sua vez, passaram corretamente. A comissão de frente cumpriu bem o seu papel, e foi uma das melhores até aqui.

Quarta alegoria da alvirrubra tratou das músicas românticas de Gonzaguinha. (Foto: Leo Antan)

           Mesmo com o bom desempenho da bateria, a letra confusa do samba enredo impediu um melhor desempenho da parte musical da Estácio. A expectativa é que o Berço do Samba não tenha dificuldades para se colocar entre as primeiras colocadas. O acesso, contudo, parece ser um sonho complicado.
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