domingo, 26 de fevereiro de 2017

Império Serrano: Madureira é um “quintal maior que o mundo”

por Guilherme Peixoto, Vitor Melo, Leo Antan e João Paulo Belmok

Abordando as riquíssimas vida e obra do poeta Manoel de Barros, o Império Serrano foi a quarta escola do sábado da Série A. Se não foi arrebatadora, a apresentação da alviverde da Serrinha foi muito boa, e credenciou o Império à briga pelo caneco.

Com uma burocrática comissão de frente, que teve seu ponto alto no trecho final da apresentação, quando um dos componentes estendia uma bandeira da escola, o Império deu início ao desfile. Na sequência, veio a primeira alegoria, metade dourada, numa referência ao Eldorado, e metade mais escura, fazendo alusão ao Pantanal. O bom nível do conjunto alegórico esteve presente por todo o tempo, mesmo com um pequeno problema de acabamento no segundo carro, que tinha madeiras à mostra. As fantasias também cumpriram satisfatoriamente seu papel. Ambas alternaram entre soluções criativas e outros nem tanto.

Marcus Ferreira, o carnavalesco, fez sua estreia pela Serrinha. (Foto: Vitor Melo)

Em que pese o grande número de componentes, a Serrinha terminou com folga sua apresentação, sem nenhum risco de ser penalizada. No que tange à parte musical, o destaque ficou por conta da Sinfônica do Samba, que honrou suas tradições e teve excelente desempenho no toque de seu famoso agogô. O time de intérpretes, capitaneado por Marquinho Art’Samba também manteve um bom desempenho durante todo o tempo. Enquanto a comunidade conduzia com garra o samba. Como é tradição, o Serrinha sempre está gabaritado para brigar pelo título.  


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