domingo, 20 de agosto de 2017

Viradouro escolhe seu samba para o carnaval 2018

Por Beatriz Freire
A torcida da parceria campeã na Viradouro (foto: site Carnavalesco)
⁠⁠⁠Inaugurando a temporada das primeiras finais de samba para o carnaval de 2018 da Série A carioca, a Unidos do Viradouro escolheu seu hino na madrugada do domingo (19), em sua quadra. A escola levou ao evento quatro parcerias, sendo elas as composições encabeçadas por PC Portugal, Zé Glória, Paulo César Feital e Felipe Filósofo, em ordem de apresentação.

Confira o desempenho de cada finalista: 
Responsável pela abertura da noite, a parceria de PC Portugal não surpreendeu muito. O canto não explodiu e ao final o público já parecia um pouco desgastado após as 11 passadas na apresentação do samba.

Zé Glória, um dos favoritos da comunidade niteroiense, não contou com Igor Sorriso, o defensor do samba durante toda a disputa. Em seu lugar, o microfone foi assumido pelo intérprete Gilsinho. A torcida manteve um canto forte, com alguns momentos de maior animação, principalmente em seus refrães, o que resultou em uma boa apresentação.

Terceiro samba a se apresentar, a parceria de PC Feital não conseguiu mexer com o público. Com uma torcida pequena e uma posição entre dois dos sambas mais comentados durante toda a temporada de disputa, a quadra não acompanhou o canto de Wantuir.

Por fim, a quarta e última apresentação da noite foi a parceria do bicampeão Felipe Filósofo, que fez questão de se vestir a caráter. Comandado por Diego Nicolau e Tinga, o "Virou, Pirou" fez sucesso ao longo de muitas semanas e, ao lado de Zé Glória, era mais um favorito. Antes mesmo da apresentação começar, a quadra já entoava alguns versos do samba e durante as 11 passadas a torcida, bem empolgada, manteve um bom canto.

O resultado:
Depois das 5h da manhã, a escola retomou a atenção do público para o anúncio do samba campeão. Zé Glória, Lucas Macedo, William Lima, Gugu Psi, Lico Monteiro, Lucas Neves e Matheus Gaúcho levaram para casa o título e são os compositores do hino da Viradouro para o carnaval de 2018, comandado pelo carnavalesco Edson Pereira. A escola desfilará com o enredo "Vira a cabeça, pira o coração. Loucos gênios da criação" e será a terceira a se apresentar no sábado de carnaval.

Confira o samba da Viradouro para o carnaval 2018:

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Do Churrasco à Sapucaí: como o Marquês virou enredo da Beija-Flor

por Guilherme Peixoto


A família Dornas sempre foi apaixonada por carnaval. Por lá, todos os churrascos terminam em samba-enredo. Um desses encontros, deu início ao carnaval de 2016 da Beija-Flor de Nilópolis. Em uma despretensiosa conversa com seu tio Gláucio, Pedro Dornas teve a ideia de apresentar à escola carioca um enredo que abordasse a história de Cândido José de Araújo Viana, o Marquês de Sapucaí.

Pedro (esq.) e Gláucio (dir.) participaram do desfile de 2016 da Beija-Flor. (Arquivo Pessoal/Pedro Dornas)
Morador de Nova Lima, cidade natal do Marquês, Pedro sempre ficou intrigado com a pouca importância dada ao homem que nomeia a rua onde são realizados os desfiles do carnaval carioca. A proposta de transformar a trajetória do Marquês de Sapucaí em enredo surgiu justamente para preencher essa lacuna. “Pesquisamos muito sobre a história de Cândido José de Araújo Viana. Encaminhamos um e-mail sugerindo tema à diretoria de carnaval da Beija Flor e fomos surpreendidos com um telefonema do Laíla”, conta. Do outro lado da linha, o diretor de carnaval da agremiação propunha uma visita ao município, que fica na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Em paralelo aos esforços de Pedro, seu tio, Gláucio Magalhães, que é ritmista da Beija-Flor desde 2013, também sugeriu o tema à azul e branco de Nilópolis. “Por ser integrante da bateria e ter contato com a diretoria, apresentei formalmente a ideia ao Luis Cláudio, filho do Laíla”, diz.

Após a aprovação da sugestão, a missão passou a ser a coleta de informações que pudessem sustentar uma apresentação digna de Grupo Especial. “Depois da confirmação de que o tema seria aquele proposto por nós, passamos a encaminhar diversas obras literárias e biográficas de escritores locais que serviram de base para que a equipe de carnavalescos de Nilópolis desenvolvesse artisticamente o desfile”, explica Pedro, que foi mestre-sala e hoje é presidente da Unidos do Rosário, tradicional agremiação do carnaval nova-limense.


Tendo a vida do Marquês de Sapucaí como fio condutor, apresentação da Beija-Flor rendeu um quinto lugar à escola. (Foto: Wigder Frota) 

Liderado por Laíla, o time de criação da Beija-Flor desenvolveu então o enredo “Mineirinho Genial! Nova Lima – Cidade Natal. Marquês de Sapucaí – O Poeta Imortal!”. Terceira escola do domingo de carnaval, a “Soberana” fez uma apresentação bonita e regular. Embalada pela marcante voz de Neguinho da Beija-Flor, a escola da Baixada Fluminense conseguiu a quinta colocação e, consequentemente, a passagem para o Desfile das Campeãs.

Tradicionalmente um dia de festa para as melhores escolas de samba, o sábado que encerra o carnaval foi inesquecível para vários integrantes da família Dornas, que foram ao Rio de Janeiro para conferir de perto o último ato da epopeia que durou quase um ano.








domingo, 13 de agosto de 2017

De pai para filho: O batuque que atravessa gerações

Por Beatriz Freire, Felipe de Souza e Vitor Melo



Pai
Aquele que tem um ou mais filhos.
Gerador; genitor; progenitor. Criador; autor. Protetor, benfeitor.
Pai, a essência humana na forma de homem. De surdo, repique e tamborim. De escolas, de samba e, até mesmo, de sangue. Hoje é dia de homenagear aquele que, por muitas vezes, nos levou pros ensaios e desfiles, apresentou-nos ao amor de nossas vidas e, hoje, comemora mais um dia com aquele churrascão ao som de muito samba-enredo.


Para exaltar, é preciso muitas vezes se recordar de pais que lá de cima olham por nós. Igor Vianna, intérprete da Alegria da Zona Sul e filho do inigualável Ney Vianna, conta como a influência de seu pai o levou para o mundo do samba, além de reverenciar a figura daquele que defendeu o pavilhão da Mocidade Independente de Padre Miguel por duas décadas.

Igor conta que a relação com seu pai era boa e que Ney não queria que o filho se inserisse no mundo do samba, apesar de perceber que ele teria futuro. Quando ele se foi, no ano de 1989, Igor tinha apenas 10 anos mas já enxergava no pai uma fonte de inspiração, diz ele. "No pouco tempo que ele teve, ele me ensinou tudo que podia ensinar", completa.


Sobre o questionamento de ter sido influenciado ou ter resistido ao samba em algum momento, o intérprete conta que o pai não o instigava a gostar de carnaval, pois não queria os filhos neste meio; "ele achava que era um mundo cruel e não queria para os filhos os sofrimentos pelos quais ele passou". O resultado disso foi que todos os filhos, exceto Igor, terminaram afastados do mundo do samba. Com quase 15 anos de carreira, ele relembra que seu maior exemplo veio de casa, embalado pela voz de Ney cantando: "ao ver o meu pai no microfone, eu, ainda criança, descobri que era aquilo que eu queria".

Recordando-se de alguns bons momentos na companhia de seu pai, ele cita os momentos em que estava no bar cujo Ney era dono, ao lado da quadra da Mocidade, e quando ia aos ensaios às quartas-feiras, pois "começava mais cedo", adiciona o cantor; Já emocionado, recorda-se também de músicas que o pai gostava de ouvir, como "São José de Madueira" e "Todo Menino é um Rei". "Lembro dele quando toca uma música do Almir Guineto que diz: 'Ô Zé, deixa estar no candeeiro/que o terreiro está/iluminado pela lua/pela lua, Zé, pela lua'. Lembro dele quando escuto Beto Sem Braço, que era muito amigo do meu pai".

Concluindo, Igor destaca a saudade de seu pai, aquele que lhe transmitiu o dom de cantar e encantar na Sapucaí, "sempre me vem uma lembrança acompanhada de uma saudade boa. Ele estaria orgulhoso, pois quando viu que eu seguiria seus passos, me ensinou tudo que podia e por isso sou muito grato por tudo que ele fez por mim. Sinto muito a falta dele."
O grande intérprete Ney Vianna.

Saindo da voz e da harmonia, com destino traçado ao baticum inconfundível de uma escola de samba, aterrissamos na batida furiosa do morro do Salgueiro, mais precisamente, na ala de chocalhos, considerada, por muitos, a melhor do carnaval carioca, da Academia do Samba.

O embalo da alvirrubra é comandado com maestria por Mestre Marcão e pelo swing inconfundível das tranças de Markinhos, que nos contará um pouquinho de sua trajetória e de sua relação com aquele que o gerou.

Quando criança, Markinhos desfilava pela Aprendizes do Salgueiro, escola mirim da vermelha e branca tijucana, seus primeiros passos no universo momesco. Para ele, aquilo tudo não passava de diversão, o que era natural para uma criança de 6 anos. Foi com pouca idade, entretanto, que se deu conta de que se interessava pelo universo dos paetês e purpurinas. Em 2006, já nos preparativos para o desfile de Candaces, Markinhos se viu frequentando assiduamente a comunidade e a quadra de seu torrão amado. Embora já vislumbrasse desfilar na Furiosa e contasse com o apoia das diretoras da ala de chocalhos à época, contava com a resistência do pai e mestre Marcão.



"As diretoras chocalho eram todas a favor de que eu desfilasse, queriam que eu saísse na ala com elas e foi uma confusão muito grande porque justamente e apenas ele, a pessoa principal, era contra e no final era ele quem mandava, já que era o mestre."

E o tempo passou, até que os dias da folia estavam se aproximando... "No dia de entrega das fantasias eu peguei meu saco e levei pra casa, muito feliz. Quando abri, era uma fantasia da ala das crianças da escola, não era uma roupa de ritmista da bateria, o que foi uma frustração muito grande para mim." Mas isso não ficaria assim depois de uma pirraça, com direito a "auê pelo telefone", como disse ele, saiu o mestre de bateria e entrou o paizão. "Liguei para o meu pai, até que finalmente me falou para ir buscar minha roupa da bateria porque eu não desfilaria mais na ala das crianças depois do auê que fiz pelo telefone" - risos.



Além de ceder à vontade do filho e de suas diretoras, a relação entre os dois foi fortificada e estreitada com a entrada de Markinhos na bateria. "Foi a partir disso que nossa relação ficou mais forte e que o samba deixou de ser uma diversão e virou trabalho; As diretoras saíram após o carnaval de 2011 e em 2012 eu assumi o comando da ala." Houve aquela resistência por parte de Markinhos, que acabou aceitando no final. "A princípio, eu não queria concordar mas a escola precisava de alguém, então me pediram e eu acabei aceitando o cargo de diretor." E pra separar a figura de pai para mestre da Furiosa? Será que foi fácil no início? "Dentro da quadra ele me trata como faz com todo mundo; se tiver que dar esporro, ele vai dar e se tiver que elogiar, ele vai elogiar. No começo, foi complicado separar meu pai do Mestre Marcão." e completa "sabemos separar bem a vida profissional da pessoal, isso é o mais importante e fundamental!"

Nem tudo são só rosas, ou, melhor dizendo, notas dez! Markinhos lembra do momento "mais memorável", como disse ele, ao lado do pai: "em 2015, quando saíram as notas e a bateria levou 9.9.  Quando veio a justificativa, tiraram um décimo do chocalho. Ele me ligou, dizendo que tudo estava tranquilo, que o trabalho que eu tinha feito tinha sido 100%, enfim... disse que era esquecer o que aconteceu e pensar no próximo ano!". Foi o lado pai do mestre Marcão entrando em cena naquele momento! Tirou dez, hein, mestre!?



Com certeza, não foi a primeira vez em que Markinhos ouviu esse questionamento, mas também queríamos saber... Será que ele pensa em seguir a trajetória do pai até ao posto de ser mestre da bateria? "Eu espero que o futuro me surpreenda, pode ser que eu fique no lugar dele, como pode ser que não. Eu não tinha o intuito de fazer do samba uma coisa profissional, mas aconteceu... se tiver que ser, será!".

No mais, apenas um recado no de pai pra filho, isto é, de Markinhos pra Marcão: "eu sou seu maior fã!" (Como ele disse sempre dizer ao mestre). Só pra deixar claro, também somos, Marcão!
Sabemos da existência de diversas outras histórias de pais e filhos do mundo do carnaval, esperamos que consigamos homenageá-las, assim como todos os pais que nos acompanham.

O Carnavalize deseja um feliz dia dos pais a todos;
Aos de sempre,
aos de samba,
aos de sangue.

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Conheça os enredos que brilharão no Anhembi no Carnaval de São Paulo

Por Jéssica Barbosa
(Foto: Alan Morici/G1)

Foi divulgado no último domingo (06) o enredo da Independente Tricolor, assim já é possível saber quais serão os 22 temas que passarão pelo Sambódromo do Anhembi nos dias 9, 10 e 11 de fevereiro pelos grupos de Acesso e Especial. A escola Tricolor levará para a avenida em seu ano de estreia na elite do carnaval paulistano o tema “Em cartaz: Luz, Câmera e... terror. Uma produção Independente!”. Confira abaixo todos os enredos.

Na sexta-feira (9) de fevereiro, sete escolas abrirão os desfiles do grupo Especial, incluindo a atual campeã Acadêmicos do Tatuapé, que buscará seu bicampeonato na estreia do carnavalesco Wagner Santos pela agremiação, as escolas levarão entre elas temas relacionados à história, homenagens e ficção. 
Independente Tricolor: “Luz, Câmera e... terror. Uma produção Independente” 
Unidos do Peruche: “Peruche Celebra Martinho - 80 Anos do Dikamba da Vila” 
Acadêmicos do Tucuruvi: “Uma Noite no Museu” 
Mancha Verde: “A Amizade: A Mancha Agradece do Fundo do Nosso Quintal” 
Acadêmicos do Tatuapé: “Maranhão, os Tambores vão Ecoar na Terra da Encantaria” 
Rosas de Ouro: “Pelas Estradas da Vida, Sonhos e Aventuras de um Herói Brasileiro” 
Tom Maior: “O Brasil de Duas Imperatrizes: De Viena para o Novo Mundo, Carolina Josefa Leopoldina; de Ramos, Imperatriz Leopoldinense”

Já o sábado (10) de fevereiro, o Anhembi contará com algumas das grandes campeãs do carnaval paulistano dos últimos anos, e as escolas terão a missão de corresponder às expectativas.
 X-9 Paulistana: “A Voz do Samba é a Voz de Deus - Depois da Tempestade Vem a Bonança” 
Império de Casa Verde: “O Povo, a Nobreza Real” 
Mocidade Alegre: “A Voz Marrom que Não Deixa o Samba Morrer” 
Vai-Vai: “Sambar com Fé eu Vou!” 
Gaviões da Fiel: “Guarus - Na Aurora da Criação, a Profecia Tupi... Prosperidade e Paz aos Mensageiros de Rudá” 
Dragões da Real: “Minha Música, Minha Raiz. Abram a Porteira para Essa Gente Caipira e Feliz” 
Unidos de Vila Maria: “Aproveitam-se da Minha Nobreza, Você não Soube, Não te Contaram? Suspeitei Desde o Princípio, Não Contavam com a Minha Astúcia. Arriba Bolaños, Arriba Vila, Arriba México” 

Pelo Grupo de Acesso, no domingo (11), a disputa será acirrada, desfilarão agremiações tradicionais, sendo que todas já passaram pelo Grupo Especial, oito escolas levarão os enredos: 
Barroca Zona Sul: “Carnavale... A Magia da Folia” 
Leandro de Itaquera: “A Celebração da Solidariedade no Mundo. Onde há Necessidade, há um Leão” 
Nenê de Vila Matilde: “A Epopéia de uma Deusa Africana” 
Colorado do Brás: “Axé, os Caminhos que Levam à Fé” 
Camisa Verde e Branco: “100% Camisa Verde e Branco carnavalizando Mário de Andrade. O Berço do Samba, o Poeta e o Herói na Pauliceia Desvairada” 
Águia de Ouro: “Mercadores de Sonhos” 
Pérola Negra: “Numa Viagem Arretada por Terras Nordestinas, a Joia Rara do Samba, Embarca no Trem do Forró rumo ao Maior São João do Mundo: Campina Grande” 
Imperador do Ipiranga: “Solidariedade. A Explicita Magia de Sonhar, Amar, Viver, em Prol do Bem!”

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Conheça os enredos do Grupo Especial e da Série A para o Carnaval 2018

Por Felipe de Souza
Foto: Ricardo Morais
Com a divulgação do enredo da Beija-Flor de Nilópolis, ocorrida no último domingo (30), já é possível saber todos os 26 temas que passarão pela Marquês de Sapucaí ao longo dos quatro dias de desfile. A azul e branco da Baixada levará uma temática crítica à contemporaneidade, fazendo menção ao livro Frankenstein, que completa 200 anos em 2018. "Monstro é aquele que não sabe amar. Os filhos abandonados da pátria que os pariu" é o título do enredo nilopolitano.

A sexta-feira de Carnaval tem a missão de abrir os caminhos para o desfile das escolas no sambódromo. No primeiro dia da Série A, passarão pela Sapucaí os seguintes enredos:
Unidos de Bangu - "A travessia de Calunga Grande e a Nobreza negra no Brasil"
Império da Tijuca - "Olubajé - Um banquete para o rei"
Acadêmicos do Sossego - "Ritualis"
Porto da Pedra - "Rainhas do Rádio: nas ondas da emoção, o Tigre coroa as divas da canção"
Renascer de Jacarepaguá - "Renascer de Flechas e de Lobos"
Estácio de Sá - "No pregão da folia, sou comerciante da alegria e com a Estácio boto a banca na Avenida"

O segundo dia de desfiles da Série A promete ser disputadíssimo, com a presença de alguns dos destaques do carnaval em 2017. Confira os temas:
Alegria da Zona Sul - "Bravos Malês - A saga de Luiza Mahin"
Acadêmicos de Santa Cruz - "No voo mágico da esperança, quem acredita sempre alcança"
Unidos do Viradouro - "Vira a cabeça, pira o coração. Loucos gênios da criação"
Acadêmicos da Rocinha - "Madeira Matriz"
Acadêmicos do Cubango - "O Rei que bordou o mundo"
Inocentes de Belford Roxo - "Moju, Magé, Mojúbà - Sinfonias e Batuques"
Unidos de Padre Miguel - "Eldorado submerso - Delírio Tupo-Parintintin"

Com a crise financeira, os enredos patrocinados foram preteridos por temáticas mais populares, de cunho crítico e com pitadas de história. A próxima edição do Grupo Especial contará com apenas dois "enredos CEP": China, pelo Império Serrano e Índia, pela Mocidade Independente de Padre Miguel. O primeiro dia de desfiles da elite da festa contará com sete escolas. São elas:
Império Serrano - "O Império do Samba na rota da China"
São Clemente - "Academicamente Popular"
Unidos de Vila Isabel - "Corra que o futuro vem aí"
Paraíso do Tuiuti - "Meu Deus, meu Deus, está extinta a escravidão?!"
Grande Rio - "Vai para o trono ou não vai"
Estação Primeira de Mangueira - "Com dinheiro ou sem dinheiro, eu brinco"
Mocidade Independente de Padre Miguel - "Namastê - A estrela que brilha em mim saúda a que existe em você"

O último dia de desfiles trará algumas das mais tradicionais escolas de samba do Rio de Janeiro. A Portela, atual campeã ao lado da Mocidade, vem em busca do bicampeonato com a carnavalesca Rosa Magalhães. Confira a ordem de desfile e os enredos:
Unidos da Tijuca - "Um coração urbano: Miguel, o Arcanjo das Artes, saúda o povo e pede passagem"
Portela - "De repente de lá pra cá e dirrepente de cá pra lá"
União da Ilha do Governador - "Brasil Bom de Boca"
Acadêmicos do Salgueiro - "Senhoras do ventre do Mundo"
Imperatriz Leopoldinense - "Uma noite real no Museu Nacional"
Beija-Flor de Nilópolis - "Monstro é aquele que não sabe amar. Os filhos abandonados da pátria que os pariu"


Abaixo, os logotipos das escolas de samba para o Carnaval 2018:
Logos do Carnaval 2018 [Especial e Série A]