terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

#Carnaval2018 - Em desfile cênico, Beija-Flor sai controversa da avenida

por Redação Carnavalize


Última escola a pisar n'Avenida, a Beija-Flor trouxe um enredo social intitulado "Monstro é aquele que não sabe amar: os filhos abandonados da Pátria que os pariu", desenvolvido pelo coreógrafo Marcelo Misailidis. A escola está sob o comando da Comissão de Carnaval, que conta com a volta de Cid Carvalho, mas que não teve uma participação tão ativa no desenvolvimento do enredo e das alegorias.

A Comissão de Frente por Misailidis fez uma apresentação sem um momento de destaque e por vezes confusa.
Selminha Sorriso e Claudinho, experientes e figuras simbólicas da escola, fizeram uma boa apresentação e foram muito aplaudidos pela arquibancada.


A última alegoria do desfile (Foto: Felipe de Souza)
O enredo não funcionou bem e não se fez claro, sem um fio condutor, e as críticas feitas não conversaram entre si. O visual inovador da escola gerou controvérsias. As alegorias fizeram apresentações cênicas, apostando em imagens fortes para criticar o momento social do pais.

O destaque vai para o samba, que funcionou bem e foi muito impulsionado pela sempre competente harmonia nilopolitana, e pelas atuações de Neguinho da Beija-Flor e a bateria dos Mestres Plínio e Rodney. A escola apresentou um buraco em frente ao terceiro módulo de julgadores. A boa ou má posição está nas mãos do juri da liga.
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