segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

#Carnaval2018 - Problemática, Grande Rio tem desfile grandioso prejudicado por falhas mecânicas

por Redação Carnavalize


Quinta apresentação da noite, a Grande Rio passou de cara nova na Sapucaí. O casal Lage migrou para Caxias e trouxe a homenagem ao eterno Velho Guerreiro, no enredo intitulado "Vai para o trono ou não vai?".

Já ambientados. em seu quarto carnaval pela tricolor caxiense, o casal Priscila Mota e Rodrigo Negri comandou seus bailarinos de Comissão de Frente, que investiu numa interação com um elemento cenográfico, uma televisão, que deu certo, bem ao estilo do casal. O grupo foi bem coreografado e mostrou que ensaiou bastante, mas a apresentação foi um pouco mais longa do que o esperado.
O primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira, Daniel Werneck e Verônica Lima, veio com a fantasia "Sintonizados", protegido por seus simpáticos guardiões que representavam cameras man. A apresentação dos dois, no entanto, foi morna e não empolgou.

A Comissão de Frente de Priscila e Rodrigo foi um dos pontos altos do desfile (Foto: Felipe de Souza)
As alegorias eram muito boas, apesar do repetido formato quadrado, além de coloridas, bonitas e muito bem acabadas. O estilo high-tech de Lage esteve presente durante o desfile, mas um telão do carro abre-alas passou apagado. O conjunto de fantasias foi muito bom e a ideia de investir em vestimentas do homenageado e vestir toda a escola desta forma deu certo, tanto na cor quanto na volumetria. O enredo foi desenvolvido com irreverência e leveza, como Chacrinha pede.

A escola enfrentou muitos problemas de evolução e abriu diversos buracos ao longo da Avenida (Foto: Felipe de Souza)
A Invocada de Thiago Diogo sofreu com as canetas do júri no último carnaval. Nesta madrugada, a apresentação não se destacou e, mais uma vez, a bateria – que já tem costume de tocar mais acelerada – passou mal e sem bom som. O ponto alto foi a coreografia em que os ritmistas se ajoelhavam e os jurados do programa do Velho Guerreiro, representados pelos Bonecões de Olinda, passavam pelo meio do grupo. A escola apresentou um bom canto mas enfrentou muitos problemas de evolução com diversos buracos, principalmente com o quinto carro, que teve muitas dificuldades para andar. O último carro, que falaria sobre a infância de Chacrinha, quebrou na concentração e não entrou na Avenida. Tantos imprevistos levaram a escola a estourar em cinco minutos o tempo máximo dos desfiles. 


A sexta e última alegoria não conseguiu entrar para o desfile e teve que ser rebocada pela Avenida depois que os portões se fecharam, já que outras duas escolas estavam concentradas ainda para seus desfiles (Foto: Leonardo Antan)
A Grande Rio, muito aguardada e favorita no pré-carnaval, deve sofrer com o desconto de décimos na quarta-feira de cinzas.




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