Quem somos?


Carnavalizamos nossas vidas e queremos sempre carnavalizar a de todos vocês!

Somos um projeto multiplataforma que busca valorizar o carnaval e as escolas de samba resgatando sua história e seus grandes personagens. Atuamos não só na internet e nas redes sociais, mas na produção de eventos, exposições e produtos que valorizem nosso maior evento artístico-cultural.

 Acreditamos que o carnaval se faz fora das pistas, nos barracões e onde a arte das escolas de samba se fizer presente. Somos uma plataforma multimídia voltada, não só para resgatar a história do carnaval como cultura, mas também alavancá-lo como arte.

Nas arquibancadas, pistas, quadras, museus ou galerias, carnavalizando sempre em prol da maior festa audiovisual do planeta! 

Conheça um pouco de quem faz o Carnavalize:




Não é só o corpo dela que há anos tem como lar a Tijuca; o coração escolheu a amarela e azul do Borel para fazer moradia desde um inesquecível ensaio de rua durante a infância, sua primeira lembrança de contato mais próximo com as escolas de samba. De lá pra cá, mergulhou cada vez mais fundo no universo momesco. Estudante de Direito, a ordem é viver o carnaval de forma intensa e fazer da fantasia de foliona uma veste para o ano inteiro. Chegou ao Carnavalize em março de 2017 e é uma apaixonada por samba-enredo, dança e brasilidades. Não foi só Dante Alighieri que fez de uma Beatriz a sua musa. No Carnavalize, nossa Bia, sempre sorridente e comunicativa, também tem o título garantido.



A quase repórter do Carnavalize, mais conhecida como Juliana Yamamoto, tem 22 anos e é formada em Gestão de Turismo. Vem de uma família de sambistas: sua avó foi baiana da União da Ilha e ajudava na confecção das fantasias, e sua mãe morou muito tempo em Nilópolis e é torcedora fanática da Deusa da Passarela. É integrante do Carnavalize desde 2016, quando começou a fazer entrevistas com variados artistas do carnaval de São Paulo. Possui grande paixão pela fotografia e pela arte de mestre-sala e porta-bandeira, atuando como porta-bandeira. A repórter é torcedora da Unidos de Vila Maria há mais de 13 anos.



Nascido e criado no Grajaú, Zona Norte carioca, sua avó deu aulas na mesma escola em que Mestre Waldomiro e Dona Neuma trabalhavam. É dessa origem familiar que nasceu seu amor pela Estação Primeira de Mangueira. Entrou no site em 2018, em pleno domingo de carnaval, para ajudar na cobertura dos desfiles, e nunca mais saiu. Estudante de Administração, possui prazer pela escrita e pela edição de textos, participando ativamente de fios e matérias do Carnavalize. É também responsável pelo #Oscarnavalize, especial anual do Oscar, e outras ideias criativas da plataforma. Frequenta a Sapucaí há mais de 10 anos seguidos.

Um dos fundadores do Carnavalize. Fermentado no subúrbio do Rio, Vítor é carioca da gema, salgueirense, flamenguista e macumbeiro. Seus caminhos cruzaram com a vermelho e branco tijucana no carnaval de 2008, quando conheceu a Marquês de Sapucaí pela primeira vez. Levado por sua vó, assistiu ao desfile no implacável Setor 1 do sambódromo e ficou simplesmente encantado pelo Rio apresentado pela Academia do Samba - toda a a magia e beleza que só mesmo a cidade maravilhosa poderia se gabar. Apaixonado pela cultura afro-brasileira e pela histórias que encontramos nas frestas e minúcias culturais, que não nos são contadas, encontrou no carnaval uma enciclopédia a céu aberto e se fascinou pelo universo das plumas e paetês. São, desde 2008, 13 carnavais ininterruptos batendo o ponto nos arcos da Apoteose.   

Leonardo Antan frequenta o Sambódromo desde criancinha, quando já criava desfiles imaginários, sonhando trabalhar com a folia. Herdou da mãe, sua maior companheira de arquibancadas e quadras, o amor pela Portela. Já trabalhou em diversos barracões como aderecista e na criação de enredos na Intendente Magalhães, mas descobriu  que podia fazer mais pela história da festa escrevendo textos e organizando eventos e exposições. É formado em História da Arte pela UERJ, tendo pesquisado a linguagem dos artistas Fernando Pinto e Luiz Fernando Reis. Já no mestrado na mesma área, mergulhou na apresentação salgueirense sobre Xica da Silva, de 1963. No Carnavalize, escreveu uma série de textos e matérias, é o editor do selo literário do projeto e atua como produtor dos eventos e exposições. Multifacetado, é ainda escritor de romances e curador.


Além de nossos membros ativos, o Carnavalize se faz grato a dois de seus membros fundadores: Luiz Felipe de Souza, quem possibilitou a reunião de pessoas tão queridas e teve a primeira fagulha para a criação do Carnavalize, e ao gaúcho Rodrigo Cardoso, ou Rodriguérrimo, responsável por muitos méritos de nossa trajetória, criador de lindos projetos visuais, tendo participado efetivamente também na criação do grupo embrionário do site e na fundação do Carnavalize, junto do Luiz e do Vítor.